Quem sou eu

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Uma sonhadora que acredita que todos podemos mudar para melhor...Sempre! Amo os animais,principalmente os cachorros,pois são fieis e companheiros... ◘"O AMOR PODE TRANSFORMAR O MUNDO..."◘ -Sonhar é Vida!- ♥ "Ainda que eu tenha o dom de Profetizar e conheça todos os Mistérios e toda a Ciência;ainda que eu tenha tamanha FÉ,a ponto de Transportar Montes,se não tiver AMOR,nada serei." ♥ ♥ "Agora, pois, permanecem a Fé, a Esperança e o Amor, estes três, mas o maior destes é o AMOR." ♥

sábado, 22 de outubro de 2011

Vencedores e ...........

Em todas essas coisas, porém, somos mais que vencedores..." ( Romanos 8: 37 )
Dizem que o mundo se divide entre vencedores e perdedores. Não há meio termo, ou a pessoa se enquadra em um lado ou no outro.
Todavia , os critérios para definir quem ganha ou perde, podem variar, dependendo das regras do jogo, ou como se vê o mundo.
No Brasil, costuma-se vincular a figura de vencedores ao sucesso financeiro, sem importar os meios de como se conseguiu acumular a riqueza.
Todavia, olhando o indivíduo pelo seu caráter, e não pelo que ele tem, algumas evidências distinguem bem de que lado a pessoa está.
O vencedor comete erros e diz: - Eu estava errado.
O perdedor diz: - Não foi culpa minha.
O vencedor trabalha mais arduamente que o perdedor e tem mais tempo.

O perdedor está sempre "muito ocupado", talvez evitando o fracasso...
O vencedor transpõe o problema.
O perdedor dá voltas ao redor do problema.
O vencedor respeita aqueles que lhe são superiores e tenta aprender com eles.
O perdedor ressente-se daqueles que lhe são superiores e tenta achar defeito neles.
O vencedor é responsável por mais do que seu trabalho.
O perdedor diz: - Eu apenas trabalho aqui.
O vencedor diz: - Deve existir uma maneira melhor de fazer isto.
O perdedor diz: - Por que mudar? Esta é a maneira pela qual isto sempre foi feito.
O vencedor entra em campo com a vitória garantida.
O perdedor mesmo que ganhe a partida, não se satisfaz.
Em Cristo, somos mais que vencedores. Fora DELE, somos mais que perdedores.
Logo, vencer é uma questão de posicionamento.
Louvado seja DEUS!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

ENCONTREI SALVAÇÃO

Pastor Marco Feliciano responde às críticas de Edir Macedo

O pastor Marco Feliciano usou seu site para responder ao vídeo que o bispo Edir Macedo publicou em seu blog questionando se há diferença entre os cultos pentecostais e cultos de religiões afros. O líder da Igreja Universal do Reino de Deus publicou uma montagem de vídeos dizendo que o chamado “cair no espírito” é semelhante a possessão demoníaca de centros espíritas.
Ao defender o pentecostalismo, Marco Feliciano, que inclusive aparece no vídeo postado por Macedo, tenta esclarecer que a maior diferença é que nos cultos pentecostais as pessoas são movidas pelo Espírito de Deus.

“Na questão dos cultos comparados pelo nobre Bispo, notamos sim semelhanças inúmeras, mas por que tanta semelhança? Vamos a explicação: O diabo tem poder isso é inegável, todavia Deus tem TODO o PODER!”, escreveu Feliciano que deu vários exemplos bíblicos de manifestações divinas que foram imitadas por magos e por pessoas possessas por espíritos malignos.

Respondendo a pergunta que dá nome ao vídeo de Macedo “Qual a Diferença?”, Feliciano diz que em primeiro lugar diferença é que nos cultos pentecostais o único Deus é adorado. “no nosso Adoramos ao Deus único e verdadeiro, no outro adoram a espíritos expulsos do céu que querem ser como deus, por isso imitam nosso culto”, escreve ele que se diz “pentecostal genuíno, criado no fogo de Jeová”.

Entre outras diferenças citadas pelo pastor da igreja Assembleia de Deus Catedral do Avivamento estão: “no [culto] deles seus espíritos os chamam de cavalos, no nosso Deus nos chama de Ovelhas pois Ele é o eterno pastor do salmo 23; no nosso culto, tais manifestações geram vida, alegria, esperança, no outro as pessoas saem mais vazias e confusas do que quando chegaram;’no nosso ao terminar o culto, todos sabem o que aconteceu não tem duvidas! No deles as pessoas não sabem o que houve, ou onde estão, ou seja no nosso o Espírito que opera trabalha em conjunto com o homem no deles os espíritos dominam suas vontades”
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Trailer Poema de Salvação - Canzion Films Brasil

o evangelho chega aos cinemas

Inspirado na vida do cantor argentino Pablo Olivares, o filme será exibido pela rede Cinemark e narra uma trajetória de drogas, ocultismo e o poder da oração de uma mãe.
A Canzion Films Brasil, parte do Grupo Canzion, lançará nos cinemas brasileiros o filme “Poema de Salvação”, primeiro filme cristão a ser lançado no Cinemark. Estrelado por Gozalo Senestrari que interpretará Pablo, com elenco formado por Irina Alonso, Fernando Rosarolli e Soledad Beilis, entre outros. Inspirado na vida do cantor argentino Pablo Olivares, o filme será exibido pela rede Cinemark e narra uma trajetória de drogas, ocultismo e o poder da oração de uma mãe.Assista ao trailer
Crente viciado em pornografia
Eu não queria continuar olhando, mas não conseguia parar.

As últimas brasas da fogueira já estavam quase apagadas. As etiquetas nas garrafas estavam danificadas, depois de dias expostas ao sol. Os que haviam acampado perto de minha barraca já estavam longe háalgum tempo. Meu amigo e eu pegamos as coisas que estavam para trás. Ficou apenas um CD de hip-hop. Tínhamos algumas malas e garrafas vazias. Além de uma revista.Sua capa estava molhada e irreconhecível. Eu a abri com um pedaço de galho que encontrei no chão. Havia orvalho naquele dia e as páginas da revista também estavam molhadas. Naquele momento eu vi uma mulher. Ela estava com seus seios descobertos. Leia vale a pena
Desde meus sete anos tenho fugido. Quero dizer, meninas eram “problemáticas”. Elas eram indesejáveis. Elas tinham alguma coisa que desejávamos, mas não sabíamos dizer o que, já que nunca as alcançávamos. Eu ainda me lembro daquela cena. Eu estava ao mesmo tempo empolgado e receoso. Eu não conseguia entender a razão, mas sabia que ninguém deveria flagrar-me olhando aquela revista.
De uma coisa eu sabia: eu queria mais.
Alguns anos depois eu tive minha chance. Dessa vez eu não fugi. Eu tinha treze anos e estava na casa do meu amigo Tyler (nome fictício). Ele era meu único amigo com acesso à internet. Quase todos os dias nós jogávamos no computador por horas.
Certo dia, eu cliquei em um ícone que pensei ser um jogo; tudo mudou em nossa vida. Não era um jogo, mas um vídeo. Nossa primeira reação foi cair na gargalhada com as lentas imagens daquelas mulheres. Era uma gargalhada do tipo “desligue isso; é tão ridículo”. Contudo, nós não desligamos. Assistimos ao vídeo e, então, eu fui para casa.
Tyler continuou procurando por vídeos daquela natureza e me mostrou o que havia encontrado. Dessa vez, eu não fugi. Eu não queria continuar olhando, mas eu continuei. Eu estava hipnotizado.
Com o tempo, ficar olhando, juntos, aquela nudez na internet causava em nós estranheza e desconforto. Por isso, Tyler e eu preferimos nos dedicar ao pornô solo. Tyler continuou a fazer download de tudo o que podia. Dos vídeos mais leves aos mais pesados. Eu, àquela altura, estava dividido entre o prazer de ver aquelas cenas e a culpa que carregava dentro de mim pelo que estava a fazer. Em alguns dias euestava forte, e resistia. Em outros, eu parecia um viciado em pornografia, desesperado para achar uma imagem. Apesar disso, eu nunca comprei ou fiz download de um filme pornô. Era um garoto nascido na igreja, em uma cidade pequena. Todos me reconheceriam se fosse possível descobrir quem estava comprando aqueles vídeos. Além disso, eu não tinha computador em casa. Ao invés de comprar pornô, eucomecei a roubá-los.
Eu vasculhava as casas de meus amigos para ver se os pais deles tinham alguma revista Playboy. Quando não achava, eu as roubava de lojas de conveniência. Não muitas; apenas três ou quatro em alguns anos. De qualquer jeito, eu fiz.
Página por página eu ficava imaginando se aquilo poderia ser real para mim. Sei que é constrangedor dizer isso, mas aquelas mulheres pareciam me fazer sentir amado. Meus olhos desejavam aqueles corpos e faziam sentir-me um homem. Por um momento, eu me senti desejado.
Eu me sentia perto de alguém, e não me incomodava o fato de aquele alguém não ser real. Para mim era muito real.
Entretanto, aqueles momentos de plenitude passavam. Sempre. O prazer fracassava. Em pouco tempo eu era tomado por um sentimento de remorso e culpa. Sentia-me a milhões de quilômetros daanos luz de Deus. Eu sempre pensava naquela primeira foto de mulher pelada que eu vi, na minha infância. Achava que Deus estava com um bastão em sua mão, me punindo à distância e me mostrando que não tínhamos nada em comum. bondade e a bilhões de
Sabia que aquilo não era verdade. Eu era um cristão. Sabia que Deus me via perfeito e amável, assim como via seu próprio Filho. Conhecia todas aquelas coisas. Amor. Graça. Perdão.
Contudo, eu não experimentava tais coisas em minha vida. Pior! Eu crescia cada vez mais frustrado comigo mesmo. Eu havia prometido para mim mesmo que eu não me incomodaria mais com aquilo, só parameus erros. repetir
Tyler não estava nada melhor. Ele começou a achar impossível crer em um Deus que o impediria de assistir seus vídeos pornôs. Sem Deus em sua mente, ele se convenceu de que pornografia era apenasque forma uma diversão pode machucar alguém? Tendo decidido que não era ruim, ele resolveu que aquilo seria algo útil para sua vida. Ele fez uma assinatura da revista Playboy e começou a comprar todos os seus vídeos. diversão. De
Perceber o que estava acontecendo com o Tyler foi uma forma de me despertar. Eu sabia que estava fadado ao mesmo destino. Por isso, pedi ajuda. Certo dia, estava conversando com um amigo que é um bom cristão. Sem vergonha, disse tudo o que estava acontecendo a ele. Disse que se pudesse assistir a um filme pornô de graça, sem ser acusado por minha consciência, eu o faria. Pedi ajuda a ele e nós oramos juntos.
Para minha surpresa, meu amigo me disse que tinha o mesmo problema. Na verdade, a maioria dos meus amigos tinha. Pedimos a uma pessoa mais velha de nossa igreja para se encontrar conosco uma vez por semana e nos ajudar. Aquele homem não tinha nenhuma sabedoria mágica ou força sobrenatural para nos ajudar contra a pornografia. Contudo, ele nos ouviu, aconselhou e orou conosco. Ele se tornou um cuidadoso mentor para todos nós. A primeira coisa que ele nos mostrou foi que não estávamos sozinhos naquilo, não éramos os únicos a enfrentar aquele problema e tampouco éramos loucos.
Quando me encontrei com meu grupo, vi que minha vida precisava mudar. Muitas daquelas mudanças ainda se aplicam em minha realidade hoje. Primeira lição: Corra! “Voe”, dizia nosso mentor. “Alcoólatras devem atravessar a rua para fugir de uma garrafa de bebida”. Em meu caso, isso significa que não posso entrar sozinho em uma banca de jornal, ou usar sozinho um computador sem filtros de internet.
Preciso limitar as oportunidades que dou para a tentação. Tenho que criar um espaço que me distancie da pornografia. Não posso me dar o direito de assistir TV sozinho. Mesmo com filtros na internet, nãonão tiver outra pessoa em casa. Essas restrições me aborrecem algumas vezes. Todavia, elas me ajudam demais. uso o computador se
A segunda coisa que aprendi foi a perguntar: Como posso aprofundar meu desejo por Deus e esquecer-me dessas coisas que me fazem pecar? Alguém me disse, certa vez, que há dois cachorros no quintal do meu coração. Um cachorro cava egoísmo, pecado e prazer. O outro cachorro cava justiça, misericórdia, paz e obediência a Deus. Quando acordo todas as manhãs, escolho qual cachorro pretendoalimentar. O que eu alimento cresce até o outro não poder mais ser visto.
Preciso alimentar o cachorro correto. Faço isso quando cultivo relacionamentos honestos com cristãos. Tenho um amigo com quem converso de forma particular diariamente. Falamos abertamente sobresexo, pecado e tudo o que nos leva a pecar. Juntos, nós buscamos formas de evitar o pecado. Nós oramos, choramos, nos ensinamos, nos deixamos aprender.
Eu também alimento o cachorro correto ao estudar a Bíblia em grupo. Eu não apenas a leio. Escrevo o que aprendi e o que desejo fazer com aquilo. Passo um tempo em silêncio, esperando para ver o quefalará comigo. Eu oro, adoro, sirvo outras pessoas. Deus
Na maior parte das vezes, o cachorro bom prevalece. Aquele terrível monstro está tão sufocado agora que nem o vejo com tanta frequência. Contudo, de vez em quando ele aparece. Começa a latir e logo me vejo na direção errada. Ele late muito alto, quando não tomo cuidado em resistir às tentações. Então eu fujo. O deixo esquecido, ignorado.
Além disso, eu oro: “Deus, me ajude a fazer hoje o que é certo. Ajude o Tyler também. Livra-nos da pornografia e leve-nos próximos da perfeição. Faça-nos amar mais ao Senhor do que a nós mesmos e nos cerque com pessoas que nos façam lembrar que tu nos amas mesmo quando erramos. Cerque-nos com amigos que sejam conosco uma igreja que promove a vida em santidade. Mate esse cão mau e alimente o bom, dentro de mim. Amém!”
Os dados do estudo realizado por uma universidade batista também diz que os crentes discordam das novas regras para o seguro desemprego aprovadas pelo governo americano
De acordo com um estudo feito pela Baylor University a religião tem um papel significativo na maneira como as pessoas encaram as dificuldades econômicas de seu país. Nessa pesquisa ficou constatado que os norte-americanos que acreditam que Deus tem um plano em suas vidas aprovam as medidas do governo e acreditam no “sonho americano” que prega que tudo é possível para aqueles que “trabalham duro”.Dos 1.714 entrevistados pela universidade ligada à Igreja Batista, 40,9 % disseram “concordo totalmente que Deus tem um plano para mim”, enquanto 32,2% responderam “concordo”; 12,3% assinalaram “discordo” e 14,6% afirmaram “discordo totalmente”.
“Estes são tempos difíceis. Nos últimos três anos, os norte-americanos sofreram com uma enorme crise financeira e imobiliária, recessão e desemprego. A missão desta análise é avaliar o que eles sentem sobre sua vida nestes tempos tumultuados. Será que ainda acreditam no sonho americano? Será que sentem que têm controle sobre sua vida?”, explicou F. Carson Mencken, diretor da pesquisa e professor de sociologia da Baylor.
As pessoas que discordam totalmente que há um plano divino aceitam melhor as novas regras para o seguro desemprego dos EUA – 21% deles discordam, ou seja 79% aprova, entre os mais crentes no plano divino 52,6% discordam dos subsídios oferecidos pelo governo para pessoas saudáveis que perderam o emprego.
Os resultados desse estudo foram apresentados para os jornalistas de religião dos Estados Unidos. “As perspectivas econômicas estão intrinsecamente ligadas à visão de mundo das pessoas”, disse o pesquisador Paul Froese.

Descrentes recebem maiores salários

A pesquisa também revelou que os que não creem são duas vezes mais propensos a ter os salários mais altos que os crentes. Essa diferença de salário pode ser explicada pelo nível escolar, enquanto 42,6 % dos descrentes tinham diploma universitário, apenas 32,8% dos crentes mais enfáticos terminaram o ensino superior.